DECIDA
Saiba onde você está.
02. Como funciona
- Responda 18 afirmações.
- Veja de qual lado suas respostas se aproximam.
- Compare os lados e confira as fontes.
PALAVRA DIFÍCIL?
Nas afirmações, as palavras sublinhadas têm explicação. No celular, toque no botão com "i" logo abaixo da afirmação. No computador, as explicações aparecem ao lado.
03. Questionário
Bloco: ECONOMIA
Afirmação 1
Quem ganha mais deve pagar mais impostos para financiar serviços públicos.
O que significa:
04. Resultado
Responda as 18 afirmações para ver seu resultado.
05. Os 5 lados
EM RESUMO
A esquerda coloca a igualdade em primeiro lugar. Defende um Estado forte, que conduza a economia, ofereça serviços públicos a todos e reduza a distância entre ricos e pobres. Nos costumes, tende a apoiar a ampliação de direitos individuais e de minorias.
NO QUE ACREDITA
- A pobreza vem sobretudo da desigualdade, e não de escolhas individuais. Reduzir a desigualdade é a principal tarefa da política.
- Serviços essenciais, como saúde, educação e energia, devem ser oferecidos pelo Estado.
- Cada pessoa deve decidir sobre a própria vida, e a lei deve proteger grupos que sofrem discriminação.
- O Brasil deve buscar autonomia diante das grandes potências, em aliança com outros países em desenvolvimento.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
- Eleições, política externa e integração regional (Janina Onuki e Amâncio Jorge de Oliveira, 2006) (abre em nova aba)Revista de Sociologia e Política · Acessado em 07/10/2026
COMO VÊ A ECONOMIA
Para a esquerda, o mercado sozinho concentra riqueza. Por isso o Estado deve intervir sempre que julgar necessário: manter empresas estratégicas, agir sobre preços de itens essenciais e proteger a indústria nacional. Para pagar serviços públicos amplos, aceita uma carga de impostos alta, cobrada principalmente de quem tem mais renda e patrimônio. Programas sociais são vistos como direito permanente, e leis trabalhistas amplas, como proteção necessária ao trabalhador.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
- Por que a fórmula de cobrança de impostos do Brasil piora a desigualdade social (28/05/2021) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
O QUE DIZEM SEUS DEFENSORES
- Põe a redução da pobreza e da desigualdade no centro das decisões.
- Garante saúde, educação e proteção a quem não pode pagar por elas.
- Protege trabalhadores e grupos discriminados com leis e políticas próprias.
- Mantém sob controle do país empresas e recursos considerados estratégicos.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- Por que a fórmula de cobrança de impostos do Brasil piora a desigualdade social (28/05/2021) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Privatização: desmonte do Estado ou modernização de empresas ineficientes? (24/02/2023) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
O QUE DIZEM SEUS CRÍTICOS
- Um Estado grande custa caro, é lento e abre espaço para ineficiência.
- Impostos altos e muita intervenção desestimulam o investimento e o emprego.
- Benefícios permanentes podem criar dependência do governo.
- Nos costumes, avança mais rápido do que grande parte da população aceita.
- Privatização: desmonte do Estado ou modernização de empresas ineficientes? (24/02/2023) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Aumento de CSLL e JCP agrava carga tributária, prejudica produção e gera incertezas, diz Fiesp (02/09/2024) (abre em nova aba)Folha Vitória · Acessado em 07/10/2026
- Programas focalizados de transferência de renda no Brasil: contribuições para o debate (Medeiros, Britto e Soares, 2007) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Pesquisa Datafolha mostra que Brasil continua conservador (26/03/2024) (abre em nova aba)Jornal Opção · Acessado em 07/10/2026
PENSADORES DE REFERÊNCIA
Autores cujas ideias ajudam a entender este lado. Eles não resumem tudo o que o lado pensa, e nem todos usavam esse rótulo para si.
Karl Marx
filósofo e economista alemão (1818–1883)
Em O Capital, descreveu o capitalismo como um sistema que extrai riqueza do trabalho dos operários e afirmou que a história é movida pela luta entre classes. Suas ideias influenciaram grande parte do pensamento de esquerda.
- Karl Marx (verbete, em inglês) (abre em nova aba)Stanford Encyclopedia of Philosophy · Acessado em 07/10/2026
- No bicentenário de Marx, veja cinco fundamentos do marxismo (04/05/2018) (abre em nova aba)Jornal do Brasil · Acessado em 07/10/2026
Caio Prado Júnior
historiador brasileiro (1907–1990)
Em Formação do Brasil Contemporâneo (1942), usou o método de Marx para explicar o país a partir do "sentido da colonização": uma economia montada desde o início para abastecer o mercado externo.
- Caio Prado Júnior (perfil, em inglês) (abre em nova aba)Brown University Library · Acessado em 07/10/2026
- Anos 1960: Caio Prado Jr. e "A Revolução Brasileira" (José Carlos Reis, 1999) (abre em nova aba)Revista Brasileira de História · Acessado em 07/10/2026
EM RESUMO
A centro-esquerda busca reduzir a desigualdade sem abrir mão da economia de mercado. Defende que o Estado regule a economia e garanta serviços gratuitos e proteção social, deixando a produção principalmente com as empresas. Nos costumes, apoia direitos de minorias, com mudanças graduais.
NO QUE ACREDITA
- Mercado e Estado se completam: um gera riqueza, o outro corrige suas falhas.
- Todos devem ter acesso gratuito a saúde e educação, com prioridade para quem mais precisa.
- Direitos de minorias devem avançar, de forma gradual e com apoio da sociedade.
- O Brasil deve ter muitos parceiros no mundo, sem depender de nenhum deles.
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
- Uma nova classificação ideológica dos partidos políticos brasileiros (Bolognesi, Ribeiro e Codato, 2023) (abre em nova aba)Dados — Revista de Ciências Sociais · Acessado em 07/10/2026
- Globalização e a política externa brasileira, 2003-2010 (João Paulo Marcon e Alexsandro Pereira, 2013) (abre em nova aba)Associação Latino-Americana de Ciência Política (ALACIP) · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
COMO VÊ A ECONOMIA
A centro-esquerda aceita a economia de mercado, mas quer um Estado que regule, fiscalize e compense o que o mercado não resolve. Mantém sob controle público as empresas consideradas estratégicas e aceita concessões e parcerias com o setor privado nas demais. Nos impostos, prefere cobrar menos sobre o consumo e mais sobre renda e patrimônio, sem necessariamente aumentar o total. Defende programas de transferência de renda permanentes e serviços sociais gratuitos.
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
- Por que a fórmula de cobrança de impostos do Brasil piora a desigualdade social (28/05/2021) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Privatização: desmonte do Estado ou modernização de empresas ineficientes? (24/02/2023) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
O QUE DIZEM SEUS DEFENSORES
- Combina crescimento econômico com redução da desigualdade.
- Mantém a proteção social sem afastar o investimento privado.
- Torna os impostos mais justos sem aumentar o total cobrado.
- Faz mudanças aos poucos, o que as torna mais duradouras.
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
- Por que a fórmula de cobrança de impostos do Brasil piora a desigualdade social (28/05/2021) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Programas focalizados de transferência de renda no Brasil: contribuições para o debate (Medeiros, Britto e Soares, 2007) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
O QUE DIZEM SEUS CRÍTICOS
- Para a esquerda, cede demais ao mercado e adia mudanças mais profundas.
- Para a direita, mantém um Estado grande e caro demais.
- Programas permanentes podem criar dependência e pesar nas contas públicas.
- Ao tentar conciliar, pode ficar sem resultado claro em nenhuma das frentes.
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- Programas focalizados de transferência de renda no Brasil: contribuições para o debate (Medeiros, Britto e Soares, 2007) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
PENSADORES DE REFERÊNCIA
Autores cujas ideias ajudam a entender este lado. Eles não resumem tudo o que o lado pensa, e nem todos usavam esse rótulo para si.
John Maynard Keynes
economista britânico (1883–1946)
Na Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda (1936), defendeu que o governo deve gastar e investir nas crises para garantir empregos, mesmo que precise se endividar. Suas ideias sustentam a economia de mercado com Estado atuante.
- O que é keynesianismo, e sua relação com o pacote bilionário para enfrentar crise do coronavírus (01/04/2020) (abre em nova aba)InfoMoney · Acessado em 07/10/2026
- Keynesianismo: o que diz essa teoria econômica? (abre em nova aba)Politize! · Acessado em 07/10/2026
Celso Furtado
economista brasileiro (1920–2004)
Em Formação Econômica do Brasil (1959), explicou as raízes do subdesenvolvimento do país. Defendeu o planejamento pelo Estado para crescer, distribuir renda e reduzir as desigualdades entre regiões.
- Biografia de Celso Furtado (02/03/2005) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Editorial: Celso Furtado, o intérprete do Brasil (26/07/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
EM RESUMO
O centro não parte de uma doutrina fixa. Avalia cada tema pelo resultado esperado e combina propostas da esquerda e da direita conforme o caso. Costuma defender mudanças graduais, negociação e estabilidade das regras.
NO QUE ACREDITA
- Nenhum lado tem todas as respostas; boas soluções podem vir de qualquer um.
- O que importa é o serviço funcionar, seja ele público ou privado.
- Mudanças devem ser graduais e negociadas, sem rupturas.
- Regras estáveis valem mais do que a vitória de um lado sobre o outro.
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
- Uma nova classificação ideológica dos partidos políticos brasileiros (Bolognesi, Ribeiro e Codato, 2023) (abre em nova aba)Dados — Revista de Ciências Sociais · Acessado em 07/10/2026
- Privatização: desmonte do Estado ou modernização de empresas ineficientes? (24/02/2023) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Debatedores defendem simplificação do sistema tributário (29/08/2019) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
COMO VÊ A ECONOMIA
O centro decide caso a caso. Privatiza onde há concorrência e boa regulação e mantém empresas públicas onde não há. Prioriza simplificar os impostos, sem aumentar o total cobrado. Apoia programas sociais focados nos mais pobres, com exigências como manter os filhos na escola e com avaliação de resultados. No comércio exterior, prefere abrir o mercado de forma gradual, dando tempo para as empresas se adaptarem.
- Privatização: desmonte do Estado ou modernização de empresas ineficientes? (24/02/2023) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Debatedores defendem simplificação do sistema tributário (29/08/2019) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Programas focalizados de transferência de renda no Brasil: contribuições para o debate (Medeiros, Britto e Soares, 2007) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Abertura comercial em debate (revista Desafios do Desenvolvimento, novembro de 2005) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
O QUE DIZEM SEUS DEFENSORES
- Evita os excessos dos dois polos e reduz a polarização.
- Facilita acordos, porque conversa com todos os lados.
- Decide com base em resultados, e não em doutrina.
- Dá estabilidade: as regras não mudam por completo a cada eleição.
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
- Debatedores defendem simplificação do sistema tributário (29/08/2019) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Programas focalizados de transferência de renda no Brasil: contribuições para o debate (Medeiros, Britto e Soares, 2007) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
O QUE DIZEM SEUS CRÍTICOS
- Sem posição definida, pode mudar de lado conforme a conveniência do momento.
- Ao ficar no meio, evita decisões difíceis e adia problemas.
- É difícil saber o que esperar dele: falta um projeto claro de país.
- A busca por acordo pode conservar as coisas como estão.
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
- Uma nova classificação ideológica dos partidos políticos brasileiros (Bolognesi, Ribeiro e Codato, 2023) (abre em nova aba)Dados — Revista de Ciências Sociais · Acessado em 07/10/2026
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
PENSADORES DE REFERÊNCIA
Autores cujas ideias ajudam a entender este lado. Eles não resumem tudo o que o lado pensa, e nem todos usavam esse rótulo para si.
Karl Popper
filósofo austríaco-britânico (1902–1994)
Em A Sociedade Aberta e Seus Inimigos (1945), defendeu reformas graduais, feitas problema por problema e corrigidas pelo caminho, em vez de grandes planos para refazer a sociedade inteira.
- Karl Popper (verbete, em inglês) (abre em nova aba)Stanford Encyclopedia of Philosophy · Acessado em 07/10/2026
- Contribuições do racionalismo crítico de Karl Popper para a filosofia política e social contemporânea (Geraldo Armendane, 2009) (abre em nova aba)Cadernos de Ética e Filosofia Política (USP) · Acessado em 07/10/2026
José Guilherme Merquior
ensaísta e diplomata brasileiro (1941–1991)
Em O Liberalismo: Antigo e Moderno (1991), defendeu o liberalismo social: mercado livre combinado com um Estado que amplie as oportunidades, um caminho entre o mercado sem regras e o socialismo.
- A visão liberal social de José Guilherme Merquior para o Brasil (Anderson Barbosa Paz, 2019) (abre em nova aba)Cadernos de Campo: Revista de Ciências Sociais (Unesp) · Acessado em 07/10/2026
- As ideias de volta ao lugar: o liberalismo social encontra o outro Ocidente na obra de José Guilherme Merquior (2016) (abre em nova aba)Revista Estudos Políticos (UFF) · Acessado em 07/10/2026
EM RESUMO
A centro-direita defende a economia de mercado com regras claras. Quer um Estado menor, que fiscalize e ofereça uma proteção básica, deixando a produção com as empresas. Nos costumes, valoriza a família e as tradições, com mudanças lentas.
NO QUE ACREDITA
- Empresas competindo entregam mais e melhor do que o Estado produzindo.
- O Estado deve cuidar das regras, da fiscalização e de uma proteção básica.
- A ajuda do governo deve ser uma ponte para a pessoa voltar a se sustentar.
- Tradições dão estabilidade à sociedade e devem mudar devagar.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
- Privatização: desmonte do Estado ou modernização de empresas ineficientes? (24/02/2023) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
COMO VÊ A ECONOMIA
A centro-direita quer menos impostos sobre empresas e produção e é contra criar novos tributos; espera equilibrar as contas com crescimento e controle de gastos. Defende privatizar a maior parte das estatais e conceder a infraestrutura, com agências reguladoras fiscalizando. Aceita programas para os mais pobres, limitados no valor e no tempo e ligados a trabalho e qualificação. No comércio exterior, busca acordos com as grandes economias.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- Privatização: desmonte do Estado ou modernização de empresas ineficientes? (24/02/2023) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Aumento de CSLL e JCP agrava carga tributária, prejudica produção e gera incertezas, diz Fiesp (02/09/2024) (abre em nova aba)Folha Vitória · Acessado em 07/10/2026
- Eleições, política externa e integração regional (Janina Onuki e Amâncio Jorge de Oliveira, 2006) (abre em nova aba)Revista de Sociologia e Política · Acessado em 07/10/2026
O QUE DIZEM SEUS DEFENSORES
- Estimula o investimento, a produção e a geração de empregos.
- Cuida do equilíbrio das contas públicas e evita o aumento da dívida.
- Mantém uma rede de proteção sem criar dependência permanente.
- Aproxima o país dos maiores mercados e de investidores.
- Privatização: desmonte do Estado ou modernização de empresas ineficientes? (24/02/2023) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Aumento de CSLL e JCP agrava carga tributária, prejudica produção e gera incertezas, diz Fiesp (02/09/2024) (abre em nova aba)Folha Vitória · Acessado em 07/10/2026
- Eleições, política externa e integração regional (Janina Onuki e Amâncio Jorge de Oliveira, 2006) (abre em nova aba)Revista de Sociologia e Política · Acessado em 07/10/2026
- Globalização e a política externa brasileira, 2003-2010 (João Paulo Marcon e Alexsandro Pereira, 2013) (abre em nova aba)Associação Latino-Americana de Ciência Política (ALACIP) · Acessado em 07/10/2026
O QUE DIZEM SEUS CRÍTICOS
- Menos arrecadação significa menos dinheiro para saúde, educação e programas sociais.
- Com fiscalização fraca, a privatização pode encarecer serviços.
- Limitar a ajuda no tempo pode devolver famílias à pobreza.
- Manter tudo como está conserva desigualdades que atingem minorias.
- Por que a fórmula de cobrança de impostos do Brasil piora a desigualdade social (28/05/2021) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Privatização: desmonte do Estado ou modernização de empresas ineficientes? (24/02/2023) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Programas focalizados de transferência de renda no Brasil: contribuições para o debate (Medeiros, Britto e Soares, 2007) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
PENSADORES DE REFERÊNCIA
Autores cujas ideias ajudam a entender este lado. Eles não resumem tudo o que o lado pensa, e nem todos usavam esse rótulo para si.
Adam Smith
filósofo e economista escocês (1723–1790)
Em A Riqueza das Nações (1776), defendeu que pessoas buscando o próprio interesse, em concorrência, acabam gerando prosperidade para todos. Reservava ao Estado a justiça, a defesa, certas obras públicas e a educação.
- Adam Smith's Moral and Political Philosophy (verbete, em inglês) (abre em nova aba)Stanford Encyclopedia of Philosophy · Acessado em 07/10/2026
- Quão capitalista era Adam Smith, o "pai do capitalismo" (16/04/2023, reprodução da BBC) (abre em nova aba)Correio Braziliense · Acessado em 07/10/2026
Eugênio Gudin
economista brasileiro (1886–1986)
Nos anos 1940, em um debate que marcou a economia brasileira, defendeu o mercado livre e a integração do país ao comércio mundial e criticou o planejamento da indústria pelo Estado.
- Ortodoxia e liberalismo no Brasil contemporâneo: ideias, políticas e personagens (Martins e Salomão, 2018) (abre em nova aba)Revista FAE · Acessado em 07/10/2026
- Redimensionando a contribuição de Roberto Simonsen à controvérsia do planejamento, 1944-1945 (Curi e Cunha, 2015) (abre em nova aba)América Latina en la Historia Económica · Acessado em 07/10/2026
EM RESUMO
A direita coloca a liberdade econômica e a responsabilidade individual em primeiro lugar. Defende um Estado pequeno, impostos baixos e mercado livre. Nos costumes e na segurança, defende valores tradicionais e punição rigorosa para quem comete crimes.
NO QUE ACREDITA
- O mercado se regula sozinho, e cada pessoa decide melhor que o governo como usar o próprio dinheiro.
- O Estado deve ser o menor possível: segurança, justiça e pouco mais.
- Cada um é responsável pelas próprias escolhas, inclusive quando comete um crime.
- Família, religião e tradição são a base da sociedade e devem ser preservadas pelas leis.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
COMO VÊ A ECONOMIA
Para a direita, imposto pesa sobre quem produz. Por isso defende um corte amplo de impostos, acompanhado de corte de gastos, e a passagem à iniciativa privada de tudo o que ela puder operar. A proteção das pessoas deve vir do trabalho, da família e do mercado; a ajuda do governo fica para o último caso, pequena e por pouco tempo. Defende regras trabalhistas mais flexíveis e tarifas de importação baixas, para aumentar a concorrência.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
- Aumento de CSLL e JCP agrava carga tributária, prejudica produção e gera incertezas, diz Fiesp (02/09/2024) (abre em nova aba)Folha Vitória · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
O QUE DIZEM SEUS DEFENSORES
- Dá liberdade para trabalhar, empreender e decidir sobre o próprio dinheiro.
- Um Estado menor custa menos e interfere menos na vida das pessoas.
- A concorrência baixa preços e obriga as empresas a melhorar.
- Punição rigorosa e valores tradicionais dão ordem e segurança.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- Privatização: desmonte do Estado ou modernização de empresas ineficientes? (24/02/2023) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Abertura comercial em debate (revista Desafios do Desenvolvimento, novembro de 2005) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
O QUE DIZEM SEUS CRÍTICOS
- Sem o Estado, quem não pode pagar fica sem saúde, educação e proteção.
- Cortes amplos favorecem mais quem tem renda alta e aumentam a desigualdade.
- Punir mais lotou as cadeias sem reduzir a violência, e atinge mais pobres e negros.
- Impõe a todos regras baseadas na moral ou na religião de uma parte da população.
- Por que a fórmula de cobrança de impostos do Brasil piora a desigualdade social (28/05/2021) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Pacote anticrime pode aumentar encarceramento de negros e pobres, aponta debate na CCJ (08/08/2019) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
PENSADORES DE REFERÊNCIA
Autores cujas ideias ajudam a entender este lado. Eles não resumem tudo o que o lado pensa, e nem todos usavam esse rótulo para si.
Edmund Burke
pensador e parlamentar irlandês do século XVIII
Em Reflexões sobre a Revolução na França (1790), criticou a tentativa de refazer a sociedade do zero e defendeu preservar as instituições e tradições herdadas. Seu pensamento é apontado como a origem do conservadorismo.
- Edmund Burke (verbete, em inglês) (abre em nova aba)Stanford Encyclopedia of Philosophy · Acessado em 07/10/2026
- Edmund Burke e a gênese do conservadorismo (Jamerson Souza, 2016) (abre em nova aba)Serviço Social & Sociedade · Acessado em 07/10/2026
Roberto Campos
economista e diplomata brasileiro (1917–2001)
Nas últimas décadas de vida, tornou-se o defensor mais conhecido, no Brasil, do Estado pequeno, das privatizações e da abertura ao capital estrangeiro. Reuniu suas memórias em A Lanterna na Popa (1994).
- Perfil de Roberto Campos publicado por ocasião de sua morte (10/10/2001, reprodução) (abre em nova aba)Folha de S.Paulo · Acessado em 07/10/2026
- Roberto Campos (perfil) (abre em nova aba)Politize! · Acessado em 07/10/2026
06. Comparação
Papel do Estado
Posição: Centro
Não tem preferência fixa: quer o Estado presente em algumas áreas e ausente em outras, conforme o resultado.
Crítica mais comum: Sem posição definida, pode mudar de lado conforme o momento político.
Os outros lados
Posição: O Estado deve conduzir a economia e oferecer diretamente os serviços essenciais, como saúde, educação e energia.
Principal argumento: O mercado sozinho concentra riqueza; só o Estado garante que todos tenham acesso ao básico.
Crítica mais comum: Um Estado grande custa caro, é lento e abre espaço para ineficiência.
Posição: O Estado não precisa produzir tudo, mas deve regular a economia e garantir serviços gratuitos, corrigindo o que o mercado não resolve.
Principal argumento: O mercado gera riqueza e o Estado compensa suas falhas: os dois se completam.
Crítica mais comum: Para a esquerda, cede demais ao mercado; para a direita, mantém um Estado grande demais.
Posição: O Estado deve cuidar das regras, da fiscalização e de uma proteção básica, deixando a produção para as empresas.
Principal argumento: Empresas competindo entregam mais e melhor; cabe ao Estado garantir que as regras sejam cumpridas.
Crítica mais comum: Regras e fiscalização nem sempre bastam para proteger quem tem menos.
Posição: O Estado deve ser o menor possível: segurança, justiça e pouco mais.
Principal argumento: O mercado se regula sozinho, e cada pessoa decide melhor que o governo como usar o próprio dinheiro.
Crítica mais comum: Sem o Estado, quem não pode pagar fica sem saúde, educação e proteção.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
- Uma nova classificação ideológica dos partidos políticos brasileiros (Bolognesi, Ribeiro e Codato, 2023) (abre em nova aba)Dados — Revista de Ciências Sociais · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
Criação do SUS (1988–1990)
O que foi
A Constituição de 1988 e a lei que a regulamentou, em 1990, criaram o Sistema Único de Saúde, que oferece atendimento gratuito a toda a população, pago com impostos.
O que destacam os defensores
A mortalidade infantil caiu de 85 para 14 mortes por mil nascidos entre 1980 e 2015, e estudos ligam a queda à expansão das equipes de saúde da família.
O que destacam os críticos
O sistema recebe menos dinheiro do que precisa, a gestão dividida entre União, estados e municípios é fragmentada, e os tratamentos mais caros dos planos privados acabam no sistema público.
Um exemplo de política que já foi aplicada no Brasil. Um caso só não prova que uma ideia sempre funciona ou sempre falha.
- Lei nº 8.080/1990 — Lei Orgânica da Saúde (arts. 2º e 7º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Relatório 30 anos de SUS, que SUS para 2030? (2018) (abre em nova aba)Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) · Acessado em 07/10/2026
- Sistema Único de Saúde: 30 anos de luta! (Paim, Temporão, Penna, Santos e Pinto, 2018) (abre em nova aba)Ciência & Saúde Coletiva · Acessado em 07/10/2026
Impostos
Posição: Centro
Prioriza simplificar o sistema, sem aumentar o total cobrado.
Crítica mais comum: Simplificar não decide quem paga a conta: adia a discussão sobre a desigualdade e sobre o tamanho da carga.
Os outros lados
Posição: Aceita uma carga de impostos alta para financiar o Estado e quer cobrar bem mais de grandes rendas e fortunas.
Principal argumento: No Brasil, quem ganha pouco perde uma fatia maior da renda com impostos; cobrar mais de quem tem mais corrige isso.
Crítica mais comum: Imposto alto desestimula o investimento e pode travar a produção e o emprego.
Posição: Mantém o total arrecadado, mas muda quem paga: menos imposto sobre o consumo, mais sobre renda e patrimônio.
Principal argumento: Dá para reduzir a desigualdade sem aumentar o total de impostos.
Crítica mais comum: Para a direita, ainda pesa sobre quem investe; para a esquerda, é tímido e não amplia os recursos do Estado.
Posição: Quer reduzir os impostos sobre empresas e produção e é contra criar novos tributos.
Principal argumento: A carga já é alta; menos imposto libera dinheiro para investir e contratar, e as contas se equilibram com o crescimento.
Crítica mais comum: Menos arrecadação significa menos dinheiro para saúde, educação e programas sociais.
Posição: Defende um corte amplo de impostos, acompanhado de corte de gastos do governo.
Principal argumento: Imposto pesa sobre quem produz; com menos imposto, as empresas crescem e geram emprego.
Crítica mais comum: Cortes amplos favorecem mais quem tem renda alta e reduzem serviços usados pelos mais pobres.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- Por que a fórmula de cobrança de impostos do Brasil piora a desigualdade social (28/05/2021) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Debatedores defendem simplificação do sistema tributário (29/08/2019) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Aumento de CSLL e JCP agrava carga tributária, prejudica produção e gera incertezas, diz Fiesp (02/09/2024) (abre em nova aba)Folha Vitória · Acessado em 07/10/2026
Desoneração da folha de pagamento (a partir de 2012)
O que foi
Uma lei de 2011 permitiu que empresas de alguns setores trocassem a contribuição de 20% sobre os salários por uma taxa menor, cobrada sobre o faturamento. A regra começou a valer em 2012.
O que destacam os defensores
Um estudo de 2015 encontrou aumento de cerca de 14% no emprego formal dos setores beneficiados.
O que destacam os críticos
Um estudo do Ipea de 2018 não encontrou efeito sobre o número de empregos, e um levantamento posterior mostrou que os setores beneficiados perderam 960 mil vagas com carteira entre 2012 e 2022.
Um exemplo de política que já foi aplicada no Brasil. Um caso só não prova que uma ideia sempre funciona ou sempre falha.
- Lei nº 12.546/2011 — Contribuição sobre a receita bruta no lugar da folha (arts. 7º e 8º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Impacto da desoneração da folha de pagamento sobre o emprego: novas evidências (Garcia, Sachsida e Carvalho, Texto para Discussão 2357, 2018) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Desoneração da folha de pagamentos: efeitos no emprego e nos salários (Clóvis Scherer, boletim Mercado de Trabalho, out. 2015; cópia hospedada pelo Poder360) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Setores beneficiados com desoneração da folha são os que menos empregam (16/04/2026) (abre em nova aba)Monitor Mercantil · Acessado em 07/10/2026
Programas sociais
Posição: Centro
Apoia programas focados nos mais pobres, com exigências como manter os filhos na escola e com avaliação de resultados.
Crítica mais comum: Não se sabe ao certo quanto as exigências ajudam nem quanto custa fiscalizá-las.
Os outros lados
Posição: Benefícios e serviços sociais devem ser amplos, permanentes e tratados como direito de todos, oferecidos diretamente pelo Estado.
Principal argumento: A pobreza vem sobretudo da desigualdade de oportunidades, e só uma proteção ampla consegue enfrentá-la.
Crítica mais comum: Custa muito e pode gastar com quem não precisa, em vez de concentrar nos mais pobres.
Posição: Defende serviços sociais gratuitos e programas de transferência de renda permanentes, com prioridade para quem mais precisa.
Principal argumento: Protege a todos e prioriza os mais pobres; o serviço pode ser gratuito sem ser prestado só pelo Estado.
Crítica mais comum: Para a esquerda, priorizar os mais pobres enfraquece a ideia de direito de todos; para a direita, programa permanente cria dependência.
Posição: Aceita programas para os mais pobres, desde que limitados no valor e no tempo e ligados a trabalho e qualificação.
Principal argumento: A ajuda deve ser uma ponte para a pessoa voltar a se sustentar, sem virar renda permanente.
Crítica mais comum: Educação e emprego levam anos para mudar; cortar a ajuda antes disso devolve a família à pobreza.
Posição: Ajuda do governo só em último caso, pequena e por pouco tempo; a proteção deve vir do trabalho, da família e do mercado.
Principal argumento: Crescimento e emprego tiram mais gente da pobreza do que benefícios, e ajuda demais desestimula o trabalho.
Crítica mais comum: Confiar só no mercado deixa sem proteção quem não consegue trabalhar, como crianças, idosos e doentes.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
- Programas focalizados de transferência de renda no Brasil: contribuições para o debate (Medeiros, Britto e Soares, 2007) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
Transferência de renda com exigências (a partir de 2003)
O que foi
A partir de 2003, o governo federal passou a pagar um valor mensal a famílias pobres que mantêm os filhos na escola e a vacinação em dia.
O que destacam os defensores
Em 15 anos, o programa reduziu a pobreza extrema em 25% e respondeu por 10% da queda da desigualdade, custando 0,5% de tudo o que o país produz em um ano.
O que destacam os críticos
Depois de 15 anos, 64% dos beneficiados continuavam na pobreza extrema, e há quem aponte risco de dependência e falta de uma saída pelo trabalho.
Um exemplo de política que já foi aplicada no Brasil. Um caso só não prova que uma ideia sempre funciona ou sempre falha.
- Programas focalizados de transferência de renda no Brasil: contribuições para o debate (Medeiros, Britto e Soares, 2007) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Reportagem sobre o estudo do Ipea a respeito dos 15 anos do programa de transferência de renda (07/08/2019) (abre em nova aba)Gazeta do Povo · Acessado em 07/10/2026
- Ipea diz que Bolsa Família reduziu pobreza e desigualdade em 15 anos (07/08/2019) (abre em nova aba)Monitor Mercantil · Acessado em 07/10/2026
Privatizações
Posição: Centro
Decide caso a caso: privatiza onde há concorrência e boa regulação, mantém onde não há.
Crítica mais comum: Sem critério fixo, a decisão varia conforme a conveniência política do momento.
Os outros lados
Posição: Empresas e serviços estratégicos devem ser do Estado. É contra novas vendas.
Principal argumento: Estatais são patrimônio público: as que dão lucro geram receita para a sociedade, e vendê-las pode encarecer serviços.
Crítica mais comum: Estatais deficitárias custam caro ao contribuinte e mudam de rumo a cada governo.
Posição: Mantém as estatais estratégicas sob controle público e aceita concessões e parcerias com empresas privadas.
Principal argumento: O Estado complementa o mercado: atua onde ele falha, sem precisar fazer tudo sozinho.
Crítica mais comum: Para a esquerda, concessão é privatização disfarçada; para a direita, preserva empresas ineficientes.
Posição: Privatiza a maior parte das estatais e concede a infraestrutura, com agências reguladoras fiscalizando.
Principal argumento: Empresas privadas tendem a ser mais competitivas, e o Estado deixa de cobrir prejuízos.
Crítica mais comum: Com regulação fraca, o consumidor paga mais; há risco de vender por preço baixo.
Posição: Passa à iniciativa privada tudo o que ela puder operar, deixando ao Estado o mínimo.
Principal argumento: O mercado se regula sozinho; um Estado menor custa menos e interfere menos.
Crítica mais comum: É simplista supor que o Estado é sempre ineficiente; o país perde empresas estratégicas.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
- Privatização: desmonte do Estado ou modernização de empresas ineficientes? (24/02/2023) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- 45% dos brasileiros são contra privatizações, diz Datafolha (09/04/2023) (abre em nova aba)Poder360 · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
Venda das empresas de telefonia (1998)
O que foi
Em 1997, uma lei criou a agência que regula as telecomunicações. Em 1998, as empresas federais de telefonia foram vendidas a grupos privados.
O que destacam os defensores
O país tinha 7,4 milhões de celulares em 1998 e chegou a 251 milhões em 2023; a internet rápida, que não existia, passou de 45 milhões de acessos.
O que destacam os críticos
A concorrência prometida diminuiu com as fusões entre empresas, o setor está entre os que mais recebem reclamações, e há quem atribua a expansão à tecnologia mais barata, e não à venda.
Um exemplo de política que já foi aplicada no Brasil. Um caso só não prova que uma ideia sempre funciona ou sempre falha.
- Lei nº 9.472/1997 — Lei Geral de Telecomunicações (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Concorrência entre telefônicas diminui em 25 anos de privatização (06/08/2023, reprodução da Agência Brasil) (abre em nova aba)Jornal Grande Bahia · Acessado em 07/10/2026
- Não foi a privatização que ampliou acesso à telefonia, foi a tecnologia (07/03/2019) (abre em nova aba)Brasil de Fato · Acessado em 07/10/2026
Segurança
Posição: Centro
Quer punição e prevenção ao mesmo tempo, sem priorizar uma delas.
Crítica mais comum: Fica no meio do caminho e não define prioridade quando o dinheiro é curto.
Os outros lados
Posição: Prioriza reduzir desigualdades e prevenir o crime. É contra penas mais longas e quer menos gente presa.
Principal argumento: O crime nasce sobretudo da falta de oportunidades; prender mais lotou as cadeias sem reduzir a violência.
Crítica mais comum: Subestima a responsabilidade de quem comete o crime e soa como soltar presos.
Posição: Combina prevenção social com investigação e integração das polícias; reserva a prisão para crimes graves.
Principal argumento: Informação compartilhada e inteligência resolvem mais do que aumentar penas.
Crítica mais comum: Para a direita, é brando com o crime; para a esquerda, mantém a lógica da repressão.
Posição: Defende penas mais longas para crimes violentos e menos benefícios a presos, com mais polícia.
Principal argumento: Atende ao que a população pede e impede que o condenado volte a cometer crimes.
Crítica mais comum: Mais presos significa mais gente recrutada pelas facções dentro das cadeias.
Posição: Punição dura é a prioridade: penas mais longas, redução da maioridade penal e mais liberdade de ação para a polícia.
Principal argumento: O crime é escolha de quem o comete; punição severa e certa protege a população.
Crítica mais comum: O endurecimento atinge mais pobres e negros e não reduziu a violência quando foi tentado.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- Entre esquerdas e direitas: o debate parlamentar brasileiro sobre segurança pública e justiça criminal, 2003-2021 (Marcelo Santos, 2022) (abre em nova aba)Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) · Acessado em 07/10/2026
- Pacote anticrime pode aumentar encarceramento de negros e pobres, aponta debate na CCJ (08/08/2019) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Comissão de Segurança Pública pode votar projetos que endurecem penas (24/01/2025) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- PEC da Segurança Pública: o que muda e por que causa polêmica? (25/04/2025) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Endurecimento de penas favorece facções criminosas, advertem especialistas (14/03/2024) (abre em nova aba)Congresso em Foco · Acessado em 07/10/2026
Lei de Crimes Hediondos (1990)
O que foi
Uma lei de 1990 definiu uma lista de crimes graves e proibiu fiança, perdão da pena e, na versão original, a passagem para regimes mais brandos de prisão.
O que destacam os defensores
A lei respondeu ao medo da população diante do aumento da violência e cumpriu a Constituição, que manda tratar com mais rigor os crimes mais graves.
O que destacam os críticos
Os crimes e o número de presos continuaram subindo depois da lei, e a proibição de passar a regimes mais brandos foi retirada em 2007.
Um exemplo de política que já foi aplicada no Brasil. Um caso só não prova que uma ideia sempre funciona ou sempre falha.
- Lei nº 8.072/1990 — Lei de Crimes Hediondos (art. 2º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Pacote anticrime pode aumentar encarceramento de negros e pobres, aponta debate na CCJ (08/08/2019) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Crimes hediondos: análise propedêutica e progressão especial de regime instituída pela Lei 13.769/18 (Fabiana Souto, 2021) (abre em nova aba)Colloquium Socialis · Acessado em 07/10/2026
- Crimes hediondos e suas consequências perante a sociedade (abre em nova aba)Jus Navigandi · Acessado em 07/10/2026
Costumes
Posição: Centro
Mantém as leis atuais sobre costumes e evita tratar desses temas como prioridade.
Crítica mais comum: Ao evitar o assunto, deixa sem resposta quem pede mudança e quem pede mais rigor.
Os outros lados
Posição: Defende ampliar direitos em temas como aborto, drogas e união entre pessoas do mesmo sexo, além de ações afirmativas para grupos desfavorecidos.
Principal argumento: Cada pessoa deve decidir sobre a própria vida, e a lei deve proteger quem sofre discriminação.
Crítica mais comum: Avança mais rápido do que a maioria da população aceita e contraria valores de famílias e religiões.
Posição: Apoia direitos de minorias e ações afirmativas, mas avança com cautela nos temas que mais dividem, como aborto e drogas.
Principal argumento: Mudanças duram mais quando são graduais e têm apoio da sociedade.
Crítica mais comum: Para a esquerda, adia direitos; para a direita, já muda costumes demais.
Posição: Valoriza a família e os costumes tradicionais e é contra legalizar aborto e drogas, sem retirar direitos já reconhecidos.
Principal argumento: Tradições dão estabilidade à sociedade e devem mudar devagar.
Crítica mais comum: Manter tudo como está conserva desigualdades que atingem minorias.
Posição: Quer que as leis preservem valores tradicionais e religiosos: defende o modelo tradicional de família e é contra aborto, legalização de drogas e ações afirmativas.
Principal argumento: Esses valores são a base da família e da sociedade, e grande parte da população os compartilha.
Crítica mais comum: Impõe a todos regras baseadas na moral ou na religião de uma parte da população.
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
- Pesquisa Datafolha mostra que Brasil continua conservador (26/03/2024) (abre em nova aba)Jornal Opção · Acessado em 07/10/2026
Lei de Cotas nas universidades federais (2012)
O que foi
Uma lei de 2012 reservou pelo menos metade das vagas das universidades e institutos federais para alunos de escola pública, com parte delas para pretos, pardos, indígenas e pessoas de baixa renda.
O que destacam os defensores
A parcela de pretos, pardos e indígenas entre os universitários subiu de 43,7% para 52,4% em dez anos, e estudos encontraram notas parecidas entre cotistas e os demais alunos.
O que destacam os críticos
No início, críticos previam queda na qualidade do ensino; hoje, as críticas se concentram na falta de apoio para o cotista conseguir permanecer no curso.
Um exemplo de política que já foi aplicada no Brasil. Um caso só não prova que uma ideia sempre funciona ou sempre falha.
- Lei nº 12.711/2012 — Reserva de vagas em instituições federais de ensino (arts. 1º e 3º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Impactos das cotas no ensino superior: um balanço do desempenho dos cotistas nas universidades estaduais (Pinheiro, Pereira e Xavier, 2021) (abre em nova aba)Revista Brasileira de Educação · Acessado em 07/10/2026
- Em 10 anos, cotas levam mais pretos, pardos e indígenas à faculdade (29/08/2022) (abre em nova aba)Correio Braziliense · Acessado em 07/10/2026
Comércio exterior
Posição: Centro
Defende uma redução gradual e moderada das tarifas de importação.
Crítica mais comum: Devagar demais para quem quer abertura, rápido demais para os setores mais frágeis.
Os outros lados
Posição: Protege a indústria nacional com impostos de importação altos e resiste a acordos que abram o mercado a países ricos.
Principal argumento: Sem proteção, a indústria local não aguenta a concorrência de fora, e o país perde empregos e autonomia.
Crítica mais comum: Proteção encarece os produtos para o consumidor e acomoda empresas pouco eficientes.
Posição: Aceita abrir o mercado aos poucos, e só em troca de vantagens para os produtos brasileiros.
Principal argumento: Abrir sem contrapartida é entregar o mercado de graça; a negociação deve trazer ganhos concretos.
Crítica mais comum: Para a direita, exigir contrapartidas trava acordos por anos; para a esquerda, ainda expõe a indústria.
Posição: Quer mais acordos comerciais com grandes economias e liberdade para negociá-los, inclusive fora do Mercosul.
Principal argumento: Acesso a grandes mercados aumenta as exportações e torna a economia mais competitiva.
Crítica mais comum: Abrir rápido pode afastar investimentos e fechar fábricas que não aguentam a concorrência.
Posição: Defende um corte amplo das tarifas de importação, para todos os setores.
Principal argumento: A concorrência de fora baixa os preços e obriga as empresas a melhorar.
Crítica mais comum: Setores inteiros podem desaparecer antes de conseguir competir, com perda de empregos.
- Eleições, política externa e integração regional (Janina Onuki e Amâncio Jorge de Oliveira, 2006) (abre em nova aba)Revista de Sociologia e Política · Acessado em 07/10/2026
- Abertura comercial em debate (revista Desafios do Desenvolvimento, novembro de 2005) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Relacionamento externo do Mercosul: fundamentos históricos, dilemas contemporâneos e perspectivas futuras (Boletim de Economia e Política Internacional, n. 35, 2023) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Mercosul comemora 30 anos em meio a tensões crescentes (29/03/2021) (abre em nova aba)Dialogue Earth · Acessado em 07/10/2026
Abertura comercial (início dos anos 1990)
O que foi
No início dos anos 1990, o Brasil reduziu os impostos de importação e eliminou barreiras à entrada de produtos estrangeiros.
O que destacam os defensores
A produtividade da indústria cresceu cerca de 17% entre 1990 e 1992, com máquinas e materiais importados mais baratos.
O que destacam os críticos
O emprego na indústria caiu 20% entre 1988 e 1992, embora parte da queda seja atribuída à recessão da época, e um estudo aponta perdas de emprego e salário nas regiões mais expostas até pelo menos 2010.
Um exemplo de política que já foi aplicada no Brasil. Um caso só não prova que uma ideia sempre funciona ou sempre falha.
- Crescimento da produtividade e geração de emprego na indústria brasileira (André Villela e Edward Amadeo, 1994) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Abertura comercial e produtividade: a economia política de uma reforma tarifária (Lia Valls Pereira, 17/04/2018) (abre em nova aba)Blog do IBRE (FGV) · Acessado em 07/10/2026
- Abertura comercial do país sem contrapartidas e na hora errada (13/03/2019) (abre em nova aba)Monitor Mercantil · Acessado em 07/10/2026
Política externa
Posição: Centro
Mantém compromissos com vizinhos, países emergentes e países ricos ao mesmo tempo, decidindo caso a caso.
Crítica mais comum: Compromissos simultâneos podem se contradizer e deixar a estratégia do país pouco clara.
Os outros lados
Posição: Prioriza alianças com países em desenvolvimento e instituições criadas por eles, e rejeita seguir as grandes potências.
Principal argumento: Com parceiros em situação parecida, o Brasil negocia de igual para igual e ganha autonomia.
Crítica mais comum: Afasta o país dos maiores mercados e das principais fontes de investimento.
Posição: Diversifica parceiros, com ênfase em países em desenvolvimento e nos vizinhos, sem romper com Estados Unidos e Europa.
Principal argumento: Ter muitos parceiros reduz a dependência de qualquer um deles.
Crítica mais comum: Para a direita, dispersa esforços e adia acordos com os maiores mercados; para a esquerda, preserva a dependência das potências.
Posição: Prioriza acordos com as grandes economias e a entrada em organizações de países ricos, como a OCDE.
Principal argumento: Seguir os padrões dos países ricos dá credibilidade e atrai investimentos.
Crítica mais comum: Entrar nesses grupos traz exigências e pode deixar o Brasil em posição secundária.
Posição: Defende alinhar o Brasil aos Estados Unidos e à Europa nas principais decisões internacionais.
Principal argumento: São os maiores mercados e as principais fontes de investimento; estar ao lado deles traz vantagens.
Crítica mais comum: Alinhamento automático reduz a autonomia do país e pode custar outros parceiros comerciais.
- Eleições, política externa e integração regional (Janina Onuki e Amâncio Jorge de Oliveira, 2006) (abre em nova aba)Revista de Sociologia e Política · Acessado em 07/10/2026
- Globalização e a política externa brasileira, 2003-2010 (João Paulo Marcon e Alexsandro Pereira, 2013) (abre em nova aba)Associação Latino-Americana de Ciência Política (ALACIP) · Acessado em 07/10/2026
- O desafio do alinhamento externo (Renato Baumann, capítulo 8 de Percurso Incompleto: a política econômica externa do Brasil, 2023) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- A OCDE, a política externa e as políticas públicas no Brasil (10/02/2025) (abre em nova aba)Le Monde Diplomatique Brasil · Acessado em 07/10/2026
Criação do banco do BRICS (2014)
O que foi
Em 2014, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul assinaram em Fortaleza o acordo que criou o Novo Banco de Desenvolvimento, com sede em Xangai.
O que destacam os defensores
Em dez anos, o banco aprovou 120 projetos e 39 bilhões de dólares em financiamentos, com poder dividido igualmente entre os fundadores e sem exigir cortes de gastos em troca.
O que destacam os críticos
O banco é pequeno perto de outros bancos internacionais, cresce devagar e ainda empresta principalmente em dólar.
Um exemplo de política que já foi aplicada no Brasil. Um caso só não prova que uma ideia sempre funciona ou sempre falha.
- Decreto nº 8.624/2015 — Acordo sobre o Novo Banco de Desenvolvimento (arts. 1º e 4º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Os novos bancos de desenvolvimento: independência conflitiva ou parcerias estratégicas? (Renato Baumann, Radar n. 43, 2016) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- De Fortaleza a Xangai: banco do BRICS completa 10 anos e desafia modelo de Bretton Woods (05/07/2025) (abre em nova aba)Brasil de Fato · Acessado em 07/10/2026
07. Metodologia e fontes
COMO O TESTE FUNCIONA
São 18 afirmações, em três blocos de 6: economia, sociedade, e comércio e relações internacionais. Em cada bloco, metade das afirmações aproxima da esquerda quando você concorda; a outra metade aproxima da direita. Cada resposta vale de −2 a +2 pontos, e a soma vai de −36 a +36. Essa soma é dividida em cinco faixas: esquerda, centro-esquerda, centro, centro-direita e direita.
O QUE ESTE TESTE NÃO FAZ
- Dezoito afirmações não cobrem tudo o que a política discute. O resultado é uma tendência, não um diagnóstico.
- A divisão entre esquerda e direita é uma simplificação. Muita gente pensa de um jeito na economia e de outro nos costumes; por isso mostramos os três blocos separados.
- Em comércio e relações internacionais, a divisão entre os lados é menos nítida do que nos outros blocos: posições nacionalistas, por exemplo, aparecem tanto à esquerda quanto à direita.
- Os limites entre as faixas são uma escolha nossa, e podem ser ajustados.
- Este site trata de posições que disputam ideias dentro da democracia.
DE ONDE VÊM AS INFORMAÇÕES
Cada bloco de conteúdo das fichas e da comparação tem pelo menos 3 fontes, de veículos e tipos diferentes: acadêmicas, institucionais, jornalísticas e de checagem. As definições do glossário usam a lei em vigor ou uma fonte de referência. Todas estão listadas abaixo, com a data em que foram consultadas. Encontrou um erro? Confira a fonte original e desconfie também deste site.
Na comparação por temas, os estudos descrevem principalmente os dois polos, esquerda e direita. As posições de centro-esquerda, centro e centro-direita são gradações entre eles, escritas por nós a partir dessas fontes.
Nas fichas, os blocos "o que dizem seus defensores" e "o que dizem seus críticos" relatam argumentos que aparecem nas fontes. Eles não são a opinião deste site. Os pensadores de referência têm pelo menos 2 fontes cada.
Os episódios "Na prática" mostram políticas que já foram aplicadas no Brasil. Eles ilustram uma ideia, não são atribuídos a nenhum lado, e um único caso não prova que uma ideia sempre funciona ou sempre falha.
Todas as fontes
- Redimensionando a contribuição de Roberto Simonsen à controvérsia do planejamento, 1944-1945 (Curi e Cunha, 2015) (abre em nova aba)América Latina en la Historia Económica · Acessado em 07/10/2026
- Globalização e a política externa brasileira, 2003-2010 (João Paulo Marcon e Alexsandro Pereira, 2013) (abre em nova aba)Associação Latino-Americana de Ciência Política (ALACIP) · Acessado em 07/10/2026
- Abertura comercial e produtividade: a economia política de uma reforma tarifária (Lia Valls Pereira, 17/04/2018) (abre em nova aba)Blog do IBRE (FGV) · Acessado em 07/10/2026
- Caio Prado Júnior (perfil, em inglês) (abre em nova aba)Brown University Library · Acessado em 07/10/2026
- A visão liberal social de José Guilherme Merquior para o Brasil (Anderson Barbosa Paz, 2019) (abre em nova aba)Cadernos de Campo: Revista de Ciências Sociais (Unesp) · Acessado em 07/10/2026
- Contribuições do racionalismo crítico de Karl Popper para a filosofia política e social contemporânea (Geraldo Armendane, 2009) (abre em nova aba)Cadernos de Ética e Filosofia Política (USP) · Acessado em 07/10/2026
- Sistema Único de Saúde: 30 anos de luta! (Paim, Temporão, Penna, Santos e Pinto, 2018) (abre em nova aba)Ciência & Saúde Coletiva · Acessado em 07/10/2026
- Crimes hediondos: análise propedêutica e progressão especial de regime instituída pela Lei 13.769/18 (Fabiana Souto, 2021) (abre em nova aba)Colloquium Socialis · Acessado em 07/10/2026
- Uma nova classificação ideológica dos partidos políticos brasileiros (Bolognesi, Ribeiro e Codato, 2023) (abre em nova aba)Dados — Revista de Ciências Sociais · Acessado em 07/10/2026
- Aspectos semânticos da discriminação racial no Brasil: para além da teoria da modernidade (João Feres Júnior, 2006) (abre em nova aba)Revista Brasileira de Ciências Sociais · Acessado em 07/10/2026
- Impactos das cotas no ensino superior: um balanço do desempenho dos cotistas nas universidades estaduais (Pinheiro, Pereira e Xavier, 2021) (abre em nova aba)Revista Brasileira de Educação · Acessado em 07/10/2026
- Anos 1960: Caio Prado Jr. e "A Revolução Brasileira" (José Carlos Reis, 1999) (abre em nova aba)Revista Brasileira de História · Acessado em 07/10/2026
- Eleições, política externa e integração regional (Janina Onuki e Amâncio Jorge de Oliveira, 2006) (abre em nova aba)Revista de Sociologia e Política · Acessado em 07/10/2026
- As ideias de volta ao lugar: o liberalismo social encontra o outro Ocidente na obra de José Guilherme Merquior (2016) (abre em nova aba)Revista Estudos Políticos (UFF) · Acessado em 07/10/2026
- Ortodoxia e liberalismo no Brasil contemporâneo: ideias, políticas e personagens (Martins e Salomão, 2018) (abre em nova aba)Revista FAE · Acessado em 07/10/2026
- A Nova Centro-Esquerda (Luiz Carlos Bresser-Pereira, 1999) (abre em nova aba)Revista Século XXI · Acessado em 07/10/2026
- Ideologia e comportamento parlamentar na Câmara dos Deputados (Fernando Scheeffer, 2018) (abre em nova aba)Revista Teoria & Pesquisa · Acessado em 07/10/2026
- Edmund Burke e a gênese do conservadorismo (Jamerson Souza, 2016) (abre em nova aba)Serviço Social & Sociedade · Acessado em 07/10/2026
- Karl Marx (verbete, em inglês) (abre em nova aba)Stanford Encyclopedia of Philosophy · Acessado em 07/10/2026
- Karl Popper (verbete, em inglês) (abre em nova aba)Stanford Encyclopedia of Philosophy · Acessado em 07/10/2026
- Adam Smith's Moral and Political Philosophy (verbete, em inglês) (abre em nova aba)Stanford Encyclopedia of Philosophy · Acessado em 07/10/2026
- Edmund Burke (verbete, em inglês) (abre em nova aba)Stanford Encyclopedia of Philosophy · Acessado em 07/10/2026
- Entre esquerdas e direitas: o debate parlamentar brasileiro sobre segurança pública e justiça criminal, 2003-2021 (Marcelo Santos, 2022) (abre em nova aba)Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) · Acessado em 07/10/2026
- Por que a fórmula de cobrança de impostos do Brasil piora a desigualdade social (28/05/2021) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Privatização: desmonte do Estado ou modernização de empresas ineficientes? (24/02/2023) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Biografia de Celso Furtado (02/03/2005) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Debatedores defendem simplificação do sistema tributário (29/08/2019) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Pacote anticrime pode aumentar encarceramento de negros e pobres, aponta debate na CCJ (08/08/2019) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Comissão de Segurança Pública pode votar projetos que endurecem penas (24/01/2025) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- PEC da Segurança Pública: o que muda e por que causa polêmica? (25/04/2025) (abre em nova aba)Agência Senado · Acessado em 07/10/2026
- Who We Are (página oficial, em inglês) (abre em nova aba)Banco Mundial · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 15.142/2025 — Reserva de vagas em concursos públicos federais (abre em nova aba)Câmara dos Deputados · Acessado em 07/10/2026
- Avaliação de Políticas Públicas: Guia Prático de Análise Ex Ante (2018) (abre em nova aba)Casa Civil da Presidência da República e Ipea · Acessado em 07/10/2026
- The IMF at a Glance (página oficial, em inglês) (abre em nova aba)Fundo Monetário Internacional · Acessado em 07/10/2026
- Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil (abre em nova aba)IBGE · Acessado em 07/10/2026
- Programas focalizados de transferência de renda no Brasil: contribuições para o debate (Medeiros, Britto e Soares, 2007) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Abertura comercial em debate (revista Desafios do Desenvolvimento, novembro de 2005) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Impacto da desoneração da folha de pagamento sobre o emprego: novas evidências (Garcia, Sachsida e Carvalho, Texto para Discussão 2357, 2018) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Desoneração da folha de pagamentos: efeitos no emprego e nos salários (Clóvis Scherer, boletim Mercado de Trabalho, out. 2015; cópia hospedada pelo Poder360) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Relacionamento externo do Mercosul: fundamentos históricos, dilemas contemporâneos e perspectivas futuras (Boletim de Economia e Política Internacional, n. 35, 2023) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Crescimento da produtividade e geração de emprego na indústria brasileira (André Villela e Edward Amadeo, 1994) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- O desafio do alinhamento externo (Renato Baumann, capítulo 8 de Percurso Incompleto: a política econômica externa do Brasil, 2023) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- Os novos bancos de desenvolvimento: independência conflitiva ou parcerias estratégicas? (Renato Baumann, Radar n. 43, 2016) (abre em nova aba)Ipea · Acessado em 07/10/2026
- About NDB (página oficial, em inglês) (abre em nova aba)Novo Banco de Desenvolvimento · Acessado em 07/10/2026
- Relatório 30 anos de SUS, que SUS para 2030? (2018) (abre em nova aba)Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 8.080/1990 — Lei Orgânica da Saúde (arts. 2º e 7º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 12.546/2011 — Contribuição sobre a receita bruta no lugar da folha (arts. 7º e 8º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 9.472/1997 — Lei Geral de Telecomunicações (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 8.072/1990 — Lei de Crimes Hediondos (art. 2º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 12.711/2012 — Reserva de vagas em instituições federais de ensino (arts. 1º e 3º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Decreto nº 8.624/2015 — Acordo sobre o Novo Banco de Desenvolvimento (arts. 1º e 4º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 5.172/1966 — Código Tributário Nacional (arts. 3º e 16) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Constituição Federal de 1988 (art. 153, § 2º, I) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 13.460/2017 — Direitos do usuário dos serviços públicos (art. 2º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 8.987/1995 — Concessão e permissão de serviços públicos (art. 2º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 13.303/2016 — Lei das Estatais (arts. 3º e 4º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 9.491/1997 — Programa Nacional de Desestatização (art. 2º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 13.874/2019 — Declaração de Direitos de Liberdade Econômica (art. 3º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Constituição Federal de 1988 (art. 170) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 14.601/2023 — Programa de transferência de renda e suas condicionalidades (art. 10) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 13.726/2018 — Racionalização de atos e procedimentos administrativos (art. 1º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei Complementar nº 194/2022 — Bens e serviços considerados essenciais (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Constituição Federal de 1988 (art. 7º, IV) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei Complementar nº 101/2000 — Lei de Responsabilidade Fiscal (art. 1º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 13.964/2019 — Altera a legislação penal e processual penal (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 8.213/1991 — Vagas para pessoas com deficiência em empresas (art. 93) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Constituição Federal de 1988 (art. 5º, VI, e art. 19, I) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 10.826/2003 — Estatuto do Desarmamento (arts. 5º e 6º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 11.343/2006 — Lei de Drogas (arts. 23, 28 e 33) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 13.445/2017 — Lei de Migração (art. 1º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Lei nº 9.474/1997 — Estatuto dos Refugiados no Brasil (art. 1º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Decreto-Lei nº 37/1966 — Imposto de importação (art. 1º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Constituição Federal de 1988 (arts. 176 e 177) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Decreto nº 350/1991 — Tratado de Assunção, que criou o Mercosul (art. 1º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Decreto nº 9.073/2017 — Acordo de Paris sobre mudança do clima (art. 2º) (abre em nova aba)Presidência da República (Planalto) · Acessado em 07/10/2026
- Não foi a privatização que ampliou acesso à telefonia, foi a tecnologia (07/03/2019) (abre em nova aba)Brasil de Fato · Acessado em 07/10/2026
- De Fortaleza a Xangai: banco do BRICS completa 10 anos e desafia modelo de Bretton Woods (05/07/2025) (abre em nova aba)Brasil de Fato · Acessado em 07/10/2026
- Endurecimento de penas favorece facções criminosas, advertem especialistas (14/03/2024) (abre em nova aba)Congresso em Foco · Acessado em 07/10/2026
- Quão capitalista era Adam Smith, o "pai do capitalismo" (16/04/2023, reprodução da BBC) (abre em nova aba)Correio Braziliense · Acessado em 07/10/2026
- Em 10 anos, cotas levam mais pretos, pardos e indígenas à faculdade (29/08/2022) (abre em nova aba)Correio Braziliense · Acessado em 07/10/2026
- Mercosul comemora 30 anos em meio a tensões crescentes (29/03/2021) (abre em nova aba)Dialogue Earth · Acessado em 07/10/2026
- Brancos têm renda 74% superior à de pretos e pardos, diz IBGE (13/11/2019) (abre em nova aba)Diário do Nordeste · Acessado em 07/10/2026
- Perfil de Roberto Campos publicado por ocasião de sua morte (10/10/2001, reprodução) (abre em nova aba)Folha de S.Paulo · Acessado em 07/10/2026
- Aumento de CSLL e JCP agrava carga tributária, prejudica produção e gera incertezas, diz Fiesp (02/09/2024) (abre em nova aba)Folha Vitória · Acessado em 07/10/2026
- Reportagem sobre o estudo do Ipea a respeito dos 15 anos do programa de transferência de renda (07/08/2019) (abre em nova aba)Gazeta do Povo · Acessado em 07/10/2026
- O que é keynesianismo, e sua relação com o pacote bilionário para enfrentar crise do coronavírus (01/04/2020) (abre em nova aba)InfoMoney · Acessado em 07/10/2026
- No bicentenário de Marx, veja cinco fundamentos do marxismo (04/05/2018) (abre em nova aba)Jornal do Brasil · Acessado em 07/10/2026
- Concorrência entre telefônicas diminui em 25 anos de privatização (06/08/2023, reprodução da Agência Brasil) (abre em nova aba)Jornal Grande Bahia · Acessado em 07/10/2026
- Pesquisa Datafolha mostra que Brasil continua conservador (26/03/2024) (abre em nova aba)Jornal Opção · Acessado em 07/10/2026
- Crimes hediondos e suas consequências perante a sociedade (abre em nova aba)Jus Navigandi · Acessado em 07/10/2026
- A OCDE, a política externa e as políticas públicas no Brasil (10/02/2025) (abre em nova aba)Le Monde Diplomatique Brasil · Acessado em 07/10/2026
- Setores beneficiados com desoneração da folha são os que menos empregam (16/04/2026) (abre em nova aba)Monitor Mercantil · Acessado em 07/10/2026
- Ipea diz que Bolsa Família reduziu pobreza e desigualdade em 15 anos (07/08/2019) (abre em nova aba)Monitor Mercantil · Acessado em 07/10/2026
- Abertura comercial do país sem contrapartidas e na hora errada (13/03/2019) (abre em nova aba)Monitor Mercantil · Acessado em 07/10/2026
- Direita, esquerda, centro: qual a origem destes termos na política e quais suas diferenças (22/11/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
- Editorial: Celso Furtado, o intérprete do Brasil (26/07/2020) (abre em nova aba)O Povo · Acessado em 07/10/2026
- 45% dos brasileiros são contra privatizações, diz Datafolha (09/04/2023) (abre em nova aba)Poder360 · Acessado em 07/10/2026
- Keynesianismo: o que diz essa teoria econômica? (abre em nova aba)Politize! · Acessado em 07/10/2026
- Roberto Campos (perfil) (abre em nova aba)Politize! · Acessado em 07/10/2026
08. Aviso final
SEU RESULTADO É UM PONTO DE PARTIDA.
Todo dia chega até você uma manchete, um vídeo, uma mensagem no grupo da família. Entre receber e reagir existe um intervalo. É nele que você deixa de repetir o que ouviu e passa a escolher o que pensa.
Ainda não fez o teste? Use esse intervalo: leia o que cada lado defende antes de formar opinião.
A política define o preço da comida, a escola dos seus filhos e a segurança da sua rua, com ou sem a sua opinião. Confira as fontes, forme a sua convicção e defenda o que você acredita: no voto, na conversa e na cobrança de quem você elegeu.
NÃO ESCOLHER TAMBÉM É UMA ESCOLHA.